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20 de março de 20233 min de leitura

Síndico profissional no José Bonifácio: autogestão ou gestão profissional no conjunto?

O José Bonifácio, vizinho de Itaquera, é território clássico de conjuntos COHAB: blocos de apartamentos onde historicamente a gestão sempre foi feita por morador voluntário. A pergunta que cresce nas assembleias do bairro é direta: vale a pena continuar na autogestão?

Autogestão: o custo invisível

A autogestão parece gratuita, mas tem custos que não aparecem no boleto: síndico morador sem tempo que adia manutenção, cobranças que não acontecem porque o vizinho cobra vizinho, obrigações legais vencidas (AVCB, laudos, provisões trabalhistas) que geram multa e responsabilidade pessoal para quem assumiu o cargo sem saber o tamanho do risco.

A gestão profissional tem custo visível e mensurável — e entrega em troca cobrança organizada, contratos renegociados, manutenção em dia e a responsabilidade técnica nas mãos de quem faz disso profissão, com seguro de responsabilidade civil.

O erro que mais vejo

Comparar apenas "salário do síndico profissional versus síndico de graça". A conta certa compara o custo total: inadimplência que não é recuperada, contratos caros nunca renegociados e multas por obrigações vencidas costumam custar mais do que a remuneração de um profissional.

Como um síndico profissional conduz

Nos primeiros 90 dias: auditoria de contratos, plano de recuperação de inadimplência e calendário legal de laudos e obrigações. A meta em conjunto popular é uma só — a economia gerada pagar a própria gestão. É assim que autogestão deixa de ser dogma e vira escolha informada.


Sou Fernando Pereira, engenheiro e síndico profissional, reeleito por unanimidade onde atuo. Fale comigo no WhatsApp ou acesse fernandosindico.com

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