Síndico profissional na Granja Julieta: carregadores de carro elétrico no condomínio
A Granja Julieta, na zona sul entre Santo Amaro e o Morumbi, tem prédios de médio e alto padrão cujo perfil de morador está entre os primeiros a eletrificar a garagem. E a chegada do carro elétrico coloca para o condomínio uma pauta inteiramente nova: infraestrutura de recarga.
As decisões técnicas e as de assembleia
Do lado técnico: a entrada de energia do prédio comporta quantos pontos de recarga? A resposta exige estudo de carga por engenheiro — ligar carregador em tomada comum da garagem é risco real de sobrecarga e incêndio. O desenho recomendado: infraestrutura coletiva (eixos de alimentação e gestão de carga) com carregador individual por vaga, instalado por conta do interessado dentro do padrão aprovado.
Do lado da assembleia: quem paga a infraestrutura de base (investimento do condomínio que valoriza todas as vagas), como se mede e cobra a energia de cada carregador (medição individualizada, nunca na conta comum) e o padrão técnico obrigatório de equipamento e instalação.
O erro que mais vejo
Autorizar o primeiro morador a "puxar um ponto" improvisado. Vira precedente sem padrão, risco elétrico e conflito quando o quinto carro chegar e a entrada de energia não suportar.
Como um síndico profissional conduz
Estudo de carga, padrão técnico aprovado em assembleia, medição individual e roadmap de expansão. O carro elétrico vai chegar de qualquer forma — a diferença é o prédio recebê-lo com projeto ou com gambiarra.
Sou Fernando Pereira, engenheiro e síndico profissional, reeleito por unanimidade onde atuo. Fale comigo no WhatsApp ou acesse fernandosindico.com
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