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12 de fevereiro de 20233 min de leitura

Síndico profissional na Cidade A.E. Carvalho: CFTV eficiente e dentro da LGPD

A Cidade A.E. Carvalho, entre Itaquera e São Miguel, tem dezenas de condomínios residenciais econômicos onde a principal demanda dos moradores é uma só: segurança. E a resposta mais comum — instalar câmeras — traz junto uma responsabilidade que poucas gestões conhecem: a LGPD.

Câmera resolve — se for projeto, não improviso

CFTV eficaz cobre os pontos certos: acessos de pedestres e veículos, perímetro, garagem e áreas comuns de circulação. Câmera apontada para porta de unidade ou para dentro de área privativa gera conflito e questionamento legítimo de privacidade.

Pela LGPD, imagem é dado pessoal. O condomínio precisa de: aviso visível de área monitorada, regra escrita de quem acessa as gravações (e não é "qualquer conselheiro pelo celular"), prazo de retenção definido e fornecimento de imagens apenas em situações legítimas — ocorrência, requisição policial ou judicial.

O erro que mais vejo

Grupo de WhatsApp da gestão compartilhando print de câmera para expor morador. Além de inflamar o conflito, isso expõe o condomínio a responsabilização por uso indevido de dado pessoal — a segurança vira passivo jurídico.

Como um síndico profissional conduz

Projeto de cobertura assinado, política de acesso às imagens registrada em ata, aviso de monitoramento e treinamento da portaria. Segurança boa é a que protege o morador duas vezes: do risco físico e do risco jurídico.


Sou Fernando Pereira, engenheiro e síndico profissional, reeleito por unanimidade onde atuo. Fale comigo no WhatsApp ou acesse fernandosindico.com

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